Retirar as próteses costuma trazer duas dúvidas: o que precisa ser removido além do implante e como as mamas podem ficar depois. As respostas dependem da cápsula, dos tecidos e da avaliação individual.
O explante mamário é a cirurgia para retirar os implantes das mamas. Mas o planejamento não termina com essa decisão. É preciso avaliar a cápsula formada ao redor da prótese, a condição do implante, a pele, o tecido mamário e a possibilidade de associar ou não outro procedimento. Após a retirada, as mamas podem apresentar menos volume, flacidez, assimetrias ou irregularidades. Essas mudanças variam conforme o tamanho e o tempo de uso das próteses, a qualidade dos tecidos, a cápsula e as cirurgias anteriores.
Não. No explante, os implantes são retirados sem a colocação de novas próteses. Quando há remoção e colocação de outro implante, trata-se de uma troca ou revisão de prótese.
A cápsula é um tecido cicatricial formado naturalmente ao redor do implante. Ela pode ser mantida, retirada parcialmente ou removida por completo quando houver indicação. A decisão considera espessura, contratura, ruptura, exames e achados da cirurgia.
A avaliação permite discutir possibilidades, mas não prever um formato exato. Volume e tempo de uso da prótese, pele, tecido mamário, cápsula, flacidez e cicatrização influenciam a evolução.
A decisão pode ser pessoal ou estar relacionada a alterações do implante e dos tecidos. A consulta esclarece o motivo da retirada e as possibilidades de planejamento.
Decisão pessoal de retirar os implantes
Desconforto relacionado às próteses
Contratura capsular
Alteração ou ruptura do implante
A consulta começa pelo motivo da retirada: decisão pessoal, desconforto, mudança de volume, contratura, suspeita de ruptura ou outra alteração. O Dr. Lúcio Romão revisa informações disponíveis sobre os implantes, sintomas, exames e cirurgias anteriores. No exame físico, avalia pele, tecido mamário, volume, flacidez, assimetrias e possíveis alterações da cápsula.
A partir disso, diferencia as possibilidades: retirada isolada dos implantes, necessidade de intervir na cápsula, possível associação com mastopexia ou troca por outra prótese. Também explica cicatrizes, mudanças que podem ocorrer após a retirada, recuperação, riscos e limites. Exames adicionais podem ser solicitados para avaliar os implantes, os tecidos e as condições clínicas.
Na clínica em São Paulo, o Dr. Lúcio Romão, CRM-SP 194276 e RQE 92314, avalia os implantes, a cápsula e os tecidos antes de definir o planejamento do explante. A consulta não parte da ideia de que toda cápsula precisa ser removida ou de que todo explante exige mastopexia. O médico explica o que cada possibilidade envolve, quais cicatrizes podem ser necessárias, quais mudanças podem ocorrer após a retirada e quais fatores influenciam a cicatrização. A decisão considera o motivo do explante, os exames, a anatomia, os riscos e os limites de cada caso.
Pode ser considerado por pacientes que não desejam manter os implantes ou apresentam desconforto, contratura capsular, ruptura ou outras alterações. A indicação e o momento da cirurgia dependem da avaliação e dos exames.
Pode haver redução de volume, flacidez, assimetrias ou irregularidades. As mudanças dependem do tamanho e do tempo de uso da prótese, da pele, do tecido mamário e da cápsula. Não é possível garantir um formato específico.
Não. A cápsula pode ser mantida, retirada parcialmente ou removida por completo, conforme sua condição, os sintomas, os exames e os riscos da dissecção. A retirada total ou em bloco não é automática e possui indicações específicas.
Pode ser considerado quando há flacidez ou excesso de pele e a avaliação indica benefício na associação. Nem toda paciente precisa ou deve realizar os dois procedimentos na mesma cirurgia.
A recuperação varia conforme o explante seja isolado ou associado à capsulectomia ou mastopexia. Pode envolver curativos, sutiã pós-operatório, drenos, restrição temporária de movimentos, retornos programados e retomada gradual das atividades.
Os riscos podem incluir sangramento, hematoma, infecção, seroma, alterações de sensibilidade, assimetrias, irregularidades, problemas de cicatrização e necessidade de nova cirurgia. Os riscos individuais são explicados durante a consulta.
O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp. A equipe orienta os próximos passos para uma avaliação individual com o Dr. Lúcio Romão em São Paulo.