Ilustração médica do planejamento da cicatriz em L em cirurgia mamária

Como é a cicatriz em L?

A cicatriz recebe esse nome porque combina uma incisão ao redor da aréola, uma linha vertical e uma extensão horizontal para um dos lados do sulco mamário. Esse desenho pode ser utilizado em mastopexias e outras cirurgias que precisam retirar pele e reposicionar a mama.

A escolha depende do grau de queda, do volume mamário, da quantidade de pele e da qualidade dos tecidos. Por isso, a preferência por uma cicatriz menor não é suficiente para definir a técnica.

Geralmente, o desenho combina uma cicatriz ao redor da aréola, uma linha vertical até o sulco mamário e uma extensão horizontal para apenas um dos lados.

O desenho pode ser considerado em mastopexias e outros planejamentos de remodelação mamária, conforme a quantidade de pele e o formato que precisam ser tratados.

Em alguns casos, sim. A necessidade de prótese e o desenho da cicatriz são decisões diferentes, avaliadas em conjunto conforme o volume existente, a pele e os objetivos da paciente.

Quando o desenho em L pode fazer sentido?

Esse desenho pode entrar no planejamento quando existe queda mamária e excesso de pele, mas a anatomia permite concentrar a extensão horizontal em apenas um lado do sulco.

Queda mamária leve ou moderada

Excesso de pele compatível

Reposicionamento das aréolas

Tecidos com boa capacidade de acomodação

A cicatriz em L serve para o meu caso?

Essa resposta não vem de uma fotografia ou de uma preferência definida antes da consulta. O Dr. Lúcio Romão observa quanto de pele precisa ser retirado, o grau de queda, a posição das aréolas, o volume das mamas e a qualidade dos tecidos.

A partir dessa análise, ele explica o que pode ser realizado com o desenho em L e em quais situações outra cicatriz oferece um planejamento mais coerente. A consulta também esclarece recuperação, evolução da cicatriz e limites reais da cirurgia.

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Avaliação da cicatriz em L com o Dr. Lúcio Romão

Na clínica em São Paulo, o Dr. Lúcio Romão, CRM-SP 194276 e RQE 92314, avalia a cirurgia mamária antes de definir o desenho da cicatriz. A consulta parte do que incomoda a paciente e do que sua anatomia permite tratar. Se a cicatriz em L fizer sentido, o médico explica onde ela tende a ficar, por que foi escolhida e quais cuidados serão necessários. Se outra técnica for mais adequada, essa diferença também é apresentada com clareza.

Dúvidas frequentes sobre cicatriz em L

Ela normalmente contorna a aréola, segue verticalmente até o sulco mamário e se prolonga para um dos lados. O desenho exato varia de acordo com a cirurgia.

Pode ser considerada quando a cirurgia precisa retirar pele e reposicionar a mama, e a anatomia permite realizar o tratamento com uma extensão horizontal limitada.

Na cicatriz em T, a linha horizontal costuma se prolongar para os dois lados do sulco mamário. Na cicatriz em L, ela segue para apenas um lado. A escolha depende da quantidade de pele e da remodelação necessária.

Toda cirurgia deixa cicatriz, e não é possível garantir que ela ficará invisível. A aparência depende da extensão, da qualidade da pele, da cicatrização e dos cuidados após a cirurgia.

O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp. A equipe orienta os próximos passos para uma avaliação com o Dr. Lúcio Romão em São Paulo.