Nem toda cirurgia mamária precisa do mesmo desenho de cicatriz. Em casos selecionados, a cicatriz em L permite retirar pele e remodelar a mama com uma extensão horizontal limitada no sulco mamário.
A cicatriz recebe esse nome porque combina uma incisão ao redor da aréola, uma linha vertical e uma extensão horizontal para um dos lados do sulco mamário. Esse desenho pode ser utilizado em mastopexias e outras cirurgias que precisam retirar pele e reposicionar a mama.
A escolha depende do grau de queda, do volume mamário, da quantidade de pele e da qualidade dos tecidos. Por isso, a preferência por uma cicatriz menor não é suficiente para definir a técnica.
Geralmente, o desenho combina uma cicatriz ao redor da aréola, uma linha vertical até o sulco mamário e uma extensão horizontal para apenas um dos lados.
O desenho pode ser considerado em mastopexias e outros planejamentos de remodelação mamária, conforme a quantidade de pele e o formato que precisam ser tratados.
Em alguns casos, sim. A necessidade de prótese e o desenho da cicatriz são decisões diferentes, avaliadas em conjunto conforme o volume existente, a pele e os objetivos da paciente.
Esse desenho pode entrar no planejamento quando existe queda mamária e excesso de pele, mas a anatomia permite concentrar a extensão horizontal em apenas um lado do sulco.
Queda mamária leve ou moderada
Excesso de pele compatível
Reposicionamento das aréolas
Tecidos com boa capacidade de acomodação
Essa resposta não vem de uma fotografia ou de uma preferência definida antes da consulta. O Dr. Lúcio Romão observa quanto de pele precisa ser retirado, o grau de queda, a posição das aréolas, o volume das mamas e a qualidade dos tecidos.
A partir dessa análise, ele explica o que pode ser realizado com o desenho em L e em quais situações outra cicatriz oferece um planejamento mais coerente. A consulta também esclarece recuperação, evolução da cicatriz e limites reais da cirurgia.
Na clínica em São Paulo, o Dr. Lúcio Romão, CRM-SP 194276 e RQE 92314, avalia a cirurgia mamária antes de definir o desenho da cicatriz. A consulta parte do que incomoda a paciente e do que sua anatomia permite tratar. Se a cicatriz em L fizer sentido, o médico explica onde ela tende a ficar, por que foi escolhida e quais cuidados serão necessários. Se outra técnica for mais adequada, essa diferença também é apresentada com clareza.
Ela normalmente contorna a aréola, segue verticalmente até o sulco mamário e se prolonga para um dos lados. O desenho exato varia de acordo com a cirurgia.
Pode ser considerada quando a cirurgia precisa retirar pele e reposicionar a mama, e a anatomia permite realizar o tratamento com uma extensão horizontal limitada.
Na cicatriz em T, a linha horizontal costuma se prolongar para os dois lados do sulco mamário. Na cicatriz em L, ela segue para apenas um lado. A escolha depende da quantidade de pele e da remodelação necessária.
Toda cirurgia deixa cicatriz, e não é possível garantir que ela ficará invisível. A aparência depende da extensão, da qualidade da pele, da cicatrização e dos cuidados após a cirurgia.
O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp. A equipe orienta os próximos passos para uma avaliação com o Dr. Lúcio Romão em São Paulo.